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Microsoft: Ballmer defende investimento de US$ 240 milhões no Facebook |
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Publicado por Amílcar Tavares
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O Diretor-executivo da Microsoft Corp., Steve Ballmer, defendeu nesta segunda-feira o investimento de US$ 240 milhões que a companhia fez na rede social Facebook MUMBAI, Índia - O presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, afirmou nesta segunda-feira que a aquisição de 1,6% de participação acionária no portal de redes sociais Facebook, por US$ 240 milhões , foi um investimento importante, não um erro.
- Não cometemos um erro - disse Ballmer a repórteres durante uma conferência de negócios na cidade indiana de Mumbai.
Analistas têm afirmado que a Microsoft pagou um preço muito elevado para apostar que o Facebook, criado há três anos, conseguirá transformar-se em pólo central para toda forma de atividade na internet.
- A avaliação do Facebook ainda terá de ser determinada. Hoje em dia, certamente, a empresa é muito, muito popular. Por isso, para uma companhia como a nossa, que deseja ampliar sua presença neste espaço, é um investimento importante - disse Ballmer. - Determinar se o Facebook valerá 5 bilhões, 15 bilhões ou 50 bilhões de dólares, dentro de alguns anos, dependerá da equipe da empresa e de como eles conduzirem seus negócios - defendeu o executivo.
Ballmer, que foi trabalhar para a Microsoft em 1980 a convite do amigo de classe em Harvard, Bill Gates, anunciou no mês passado que a empresa estava se concentrando em até 20 pequenas aquisições, de valor entre os US$ 50 milhões e US$ 1 bilhão por ano, em lugar de em negócios de porte muito grande.
Perguntado sobre o possível interesse da Microsoft em adquirir o Yahoo, Ballmer disse:
- Minha resposta, bem ponderada, é 'nada a declarar'. Queremos sucesso no mercado de publicidade online. O que acontecer com o Yahoo, vamos ter de esperar para ver - acrescentou.
Ballmer, que viaja à China nesta segunda-feira, disse que o mercado chinês é importante para a marca e que a empresa está conseguindo progressos em questões de direitos de propriedade intelectual. A China é o país que mais produz e comercializa softwares piratas em todo o mundo.
Reuters
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